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Cadê o dinheiro que estava aqui?

Governadores recorrem ao governo federal falido para solucionar problemas financeiros. Todos esqueceram dos escândalos com obras super faturadas, corrupção de toda natureza na saúde, transporte, educação, etc., além da festa de contratações sem nenhum critério. Este quadro se estende para os municípios. Todos devem lembrar das matérias do Fantástico aos domingos "Cadê o dinheiro que estava aqui?"

Perspectivas nada otimistas para a economia da região Norte Fluminense em 2016

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O que esperar da economia da região Norte Fluminense em 2016? O quadro é tenso e as perspectivas não são nada otimistas. A região vem desacelerando o saldo de emprego formal desde 2012. É importante observar que a crise financeira americana, que se estendeu para Europa, posteriormente, teve um papel importante. Vimos o mercado internacional se fragilizar para as exportações de nossas commodities, assim como, a desaceleração dos investimentos das empresas estrangeiras na cadeia petrolífera e no setor portuário.  Observe que foram gerados 12.625 empregos em 2010 crescendo, o mesmo saldo, para 17.641 empregos em 2011. A partir desse ponto o saldo se desacelerou até se negativar em 2015, onde foi registrado um saldo de -11.947 empregos destruídos até novembro. A trajetória de queda do saldo de emprego no período analisado, não é compatível com a arrecadação de royalties (parcela sem a participação especial) destinada aos municípios produtores, cujo...

Desastre orçamentário nos municípios brasileiros

Pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), indica que 40% dos municípios do país devem fechar suas contas no vermelho em 2015. Informa, ainda, que 62% dos prefeitos estão em débito com fornecedores e 13% devem salários aos servidores. A justificativa sempre isenta de culpa os gestores públicos desses municípios afetados e recai sobre as outras esferas de governo (estadual e federal). O nosso entendimento é que esse quadro é lamentável e injustificável, já que governos não criam riqueza, só consome a riqueza produzida pelo trabalho e pelo capital. Neste caso, o gasto público superior a receita chega a ser imoral. Principalmente governos que não investem e desperdiçam recursos finitos na ampliação do custeio. Qualquer justificativa desses gestores é absurda, já que o planejamento é ignorado.

Grandes shows, fuga de riqueza e involução econômica.

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A decisão do governo de São João da Barra de cancelar os shows de artistas renomados está correta. Esses eventos milionários levam o dinheiro da cidade e não deixam nenhum benefício. O gráfico acima comprava tal afirmativa. Vejam que no período entre 2011 a 2015, considerando, somente, os meses de janeiro, fevereiro e março, o município, ao contrário da expectativa de geração de emprego no comércio, mais desligou que admitiu, gerando saldos negativos de emprego. Na comparação com São Fidélis, município não produtor de petróleo, sem praia e sem porto, podemos observar a grande vantagem em relação a São João da Barra, já que os saldos foram positivos e bem superior no mesmo período.  Os argumentos complementares sobre os benefícios gerados para os ambulantes, não são importantes. Uma economia sustentável precisa gerar trabalho produtivo no contexto da formalidade e de cadeias produtivas criadoras de emprego e renda. Qualquer outra situação pre...

Felicitações!

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Aos amigos e leitores do Blog Economia Norte Fluminense, desejo um FELIZ NATAL e um ANO NOVO de muitas realizações. Um grande abraço de Alcimar Chagas.

O comportamento da região Norte Fluminense nos números do PIB em 2013

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Os números do PIB de 2013, divulgados pelo IBGE, mostram um quadro bastante difícil na região Norte Fluminense e comprova que a crise recente já vem se arrastando pelo menos a três anos. O gráfico apresenta as taxas de evolução do PIB real (descontado a inflação) em 2013, com base em 2012, nos municípios das região Norte Fluminense e no estado do Rio de Janeiro. Os municípios produtores de petróleo apresentaram taxas negativas neste ano, enquanto a surpresa positiva ficou por conta de São Francisco de Itabapoana, cujo PIB cresceu 17,31% e Cardoso Moreira, cujo crescimento foi 15,54% no mesmo ano. A maior queda do PIB neste ano, contabilizada em 21,84%, ocorreu em Quissamã. Logo a seguir, Carapebus registrou uma queda do 16,14% e Campos dos Goytacazes de 13,9%. Na avaliação de 2013, com base em 2010, ainda em termos reais, São Francisco de Itabapoana apresentou um crescimento de 116,02% e Cardos Moreira de 84,96%, no mesmo período. Na presente avaliação, o pior resultado f...

Emprego formal em novembro na região Norte Fluminense

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A trajetória de queda do emprego formal na região Norte Fluminense apresentou uma pequena desaceleração em novembro, porém sem perspectiva de recuperação no médio prazo. Foram eliminados 1.874 empregos em novembro na região, ou o equivalente a 38,4% dos empregos eliminados no estado do Rio de Janeiro, no mesmo período. Conforme indicado na tabela, Macaé eliminou 1.263 vagas, enquanto Campos dos Goytacazes eliminou 421 vagas. No acumulado de janeiro a novembro, a região eliminou 11.947 vagas de emprego. Macaé eliminou 9.622 vagas, sendo 6.300 vagas no setor de serviços, 1.128 vagas na construção civil, 1.017 vagas na indústria de transformação, 697 no comércio, 389 vagas no setor extrativo mineral e 18 vagas na agropecuária. Campos dos Goytacazes eliminou 1.854, sendo  1.244 vagas na construção civil, 793 vagas no comércio e 762 vagas na indústria de transformação. O setor de serviços gerou saldo positivo de 81 vagas, enquanto a agropecuária gerou 1.220 vagas no período. ...