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Exportação de minério de ferro em novembro de 2014

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A exportação de minério de ferro manteve a trajetória de queda em novembro de 2014, com base em outubro do mesmo ano. As receitas em dólar caíram 16,4%, o volume embarcado caiu 18,31%, e o preço negociado caiu 2,35% no período analisado.  Na avaliação de novembro de 2014 com novembro de 2013, pode se verificar uma queda de 47,5% nas receitas em dólar, queda 16,03% no volume embarcado e queda de 37,41% no preço em tonelada. O gráfico, ao lado apresenta a trajetória dos preços em tonelada nos anos de 2012, 2013 e 2014.

Exportação de Açúcar em Bruto em Novembro de 2014

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As exportações de açúcar bruto em novembro, apresentou queda de 20,01% na receita em dólar, queda de 17,25% no volume embarcado e queda de 3,32% no preço em tonelada em novembro, com base em outubro de 2014. Na comparação com novembro de 2013, foi verificada uma queda de 11,88% nas receitas em dólar, queda de 5,03% no volume embarcado em tonelada e 7,7% no preços em tonelada.

Exportações por blocos econômicos em novembro

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O quadro das exportações brasileiras por blocos econômicos, tem a Ásia como líder com US$68,2 bilhões, no período de janeiro a novembro. Comparativamente ao mesmo período de 2013, foi verificado uma queda de 4,39%.  As exportações para a  América Latina foi responsável por US$42,2 bilhões no mesmo período, e uma queda de 12,19% em relação a  2013. Para a União Européia as exportações somaram US$38,9 bilhões, com queda de 11,84% e para os Estados Unidos as exportações somaram US$24,7 bilhões, registrando um aumento de 9,09% em relação ao mesmo período de 2013. Foi verificado queda nas exportações com o Oriente Médio e com a África, enquanto que com a Europa oriental o resultado foi positivo. O gráfico apresenta a participação percentual dos blocos econômicos  na exportação brasileira.  A China tem 32,89%, a América Latina e Caribe tem  20,33%, a União Européia e os Estados Unidos tem 18,75% e os outros blocos menos de 10%.

Os que nos mostra o IDHM sobre a região Norte Fluminense?

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O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal - IDHM, na região Norte Fluminense, apresentou uma boa evolução em 2010, com base em 2000, cujo fator acelerador foi a educação (acesso ao conhecimento). Os indicadores de renda e longevidade também cresceram, entretanto, com um peso menor. O município de Macaé lidera o ranking regional na faixa de desenvolvimento alto (0,764), seguido por Campos dos Goytacazes (0,716), Carapebus (0,713), Conceiçãode Macabu (0,712) e Quissamã (0,704). Na categoria médio desenvolvimento estão os municípios de São Fidélis (0,691), São João da Barra (0,671), Cardoso Moreira (0,648) e São Francisco de Itabapoana (0,639).   Avaliando os municípios da região no contexto do Estado do Rio de Janeiro, podemos verificar algumas questões importantes. Macaé ocupa a sétima posição no ranking estadual, em função do alto padrão de renda, já que sedia um grande número de empresas do ramo petrolífero. Já Campos dos Goytacazes, apesar de sua grande importância econ...

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http://camarasjb.rj.gov.br/272-camara-lanca-cartilha-sobre-a-historia-do-municipio

Opep decide não reduzir oferta de petróleo; Brent cai abaixo de US$ 74

Por  Valor, com Bloomberg SÃO PAULO  -   ( Atualizada às 17h20 ) Os ministros dos países membros da Organização do Países Exportadores de Petróleo (Opep) decidiram manter as quotas de produção do cartel inalteradas, apesar da pressão de alguns produtores para reduzir a oferta para dar suporte aos preços da commodity. Após o encerramento do encontro ministerial, em Viena (Áustria), o ministro de petróleo da Arábia Saudita, Ali al-Naimi, disse à imprensa que o grupo não reduziu a meta de produção, atualmente em 30 milhões de barris por dia.  "Como eu disse antes a vocês não teve nenhum corte", afirmou Naimi.  O ministro de petróleo do Kuwait confirmou as declarações do colega saudita. Após o anúncio, a cotação do barril do petróleo caiu para as mínimas em quatro anos Perto das 17h de Brasília, o contrato do WTI para janeiro, negociado em Nova York, caía US$ 4,64 (6,30%), para US$ 69,05 o barril, o menor patamar desde setembro de 2009.  N...

Em SP, Piketty diz que crescimento econômico não reduz desigualdade

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Por  Camilla Veras Mota | Valor SÃO PAULO  -   A redução da desigualdade não virá do crescimento econômico. Um sistema tributário progressivo - que incida sobre as grandes riquezas - e a igualdade de oportunidades de acesso à educação são mais decisivos para reverter a trajetória de aumento da concentração da renda observada entre os 20 países mais ricos desde os anos 1980. Foi com essas ideias que o economista francês Thomas Piketty começou nesta tarde a etapa brasileira da turnê mundial de seu “O Capital no Século XXI”. Na plateia do auditório da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP) os 310 lugares estavam preenchidos – 150 convidados, entre professores, economistas de bancos e consultorias, e muitos estudantes. Boa parte dos 800 inscritos não compareceu. Outras cinco salas com projetores, que não foram utilizadas, estavam reservadas para acomodar aqueles que não coubessem no auditório.  Aind...