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Governo do estado do Rio de Janeiro reinventa regras econômicas

Estão virando os manuais econômico pelo avesso. Esqueceram que só existe governo porque existe uma sociedade e, é esta sociedade, que viabiliza o orçamento que deve ser utilizado em benefício dela própria. Empresas e famílias são tributadas, transferindo riqueza para o governo que nada cria, só usa a riqueza gerada pela sociedade.   Partido desse princípio, o governo não pode distribuir riqueza que não existe. Ações populistas do tipo programas sociais não podem ser prioritárias a quebra de contrato constitucional de pagamentos de salários e aposentadorias dos servidores públicos. Tal decisão gera claramente apropriação indébita, já que a aposentadoria é resultado de contribuições realizadas ao longo da vida desses aposentados e, o salário da ativa, representa apropriação indébita do trabalho do servidor, quebrando contrato constitucional. Portanto, negar o pagamento da aposentadoria pela justificativa de que o dinheiro em caixa é destinado a programas ...

Microrregiões geradoras de emprego no estado do Rio de Janeiro

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O estado do Rio de Janeiro eliminou 61.577 vagas no trimestre deste ano. Destas, 43.149 vagas foram eliminados na microrregião Rio de Janeiro. Outros resultados negativos foram contabilizados na microrregião Vale do Paraíba Fluminense (eliminação de 5.140 vagas); microrregião Macaé (eliminação de 3.660 vagas) e microrregião Campos dos Goytacazes (eliminação de 2.658 vagas). Curiosamente, as únicas microrregiões do estado que geraram saldos positivos de emprego foram as microrregiões Macacu-Caceribu com 608 vagas, Santo Antônio de Pádua com 330 vagas e Santa Maria Madalena com 33 vagas.  A microrregião com maior saldo de emprego, Macacu-Caceribu, é composta pelos municípios de Cachoeiras de Macacu, com saldo positivo na indústria de transformação e Rio Bonito, com saldos positivos na construção civil e no comércio.  Conforme podemos observar, os grandes investimentos baseados em recursos naturais - petróleo e portos - não foram capaz...

Emprego formal em março na região Norte Fluminense

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O quadro do emprego formal na região Norte Fluminense, apesar de negativo, foi menos pior em março, com relação a fevereiro. Foram eliminadas 1.796 vagas de emprego em março, concentradas em Macaé com 1.329 vagas eliminadas e Campos dos Goytacazes com 540 vagas eliminadas no mês. No acumulado do trimestre, foram eliminadas 6.318 na região. Macaé eliminou 3.585 vagas, sendo 2.041 vagas no setor de serviços, 745 vagas no setor de construção civil, 654 vagas no comércio e 144 vagas na indústria de transformação. Campos dos Goytacazes eliminou 2.564 vagas no trimestre, sendo 865 vagas na indústria de transformação, 635 vagas no comércio, 577 vagas no setor de serviços, 368 vagas na construção civil e 89 vagas no setor agropecuário. O estado do Rio de Janeiro eliminou 61.577 vagas e o país eliminou 323.052 vagas de emprego formal no trimestre.

A real situação das finanças no estado do Rio de Janeiro

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Os dados mais completos da execução orçamentária do governo do estado do Rio de Janeiro, estão no balanço de 2014, publicado na Secretaria do Tesouro Nacional. No balanço, as receitas orçamentárias realizadas somaram R$71.344 milhões, sendo R$57.709 milhões de receitas correntes e R$13.635 milhões de receita de capital. As receitas tributárias somaram R$37.403 milhões e as transferências de royalties e participações especiais R$8.706 milhões neste ano. Importante observar que as rendas de petróleo representam somente 15,08% das receitas correntes. As despesas orçamentárias somaram R$70.855 milhões, portanto, um superávit de 0,69% no ano. Nesse grupo, as despesas correntes somaram R$59.702 milhões, sendo as despesas com pessoal e encargo R$18.171 milhões. Os gastos com pessoal tem um proporção de 31,48% das receitas correntes realizadas e 48,58% das receitas tributárias realizadas. Outras despesas correntes somaram R$38.298 milhões, relativas à transferências para municípios no v...

UENF EM CRISE

https://www.youtube.com/watch?v=1Ptrdps04Y4

Enfim, apareceu o dinheiro!

O discurso do governo do estado do Rio de Janeiro de eleger a folha de pagamento e encargos dos servidores como pilar da crise financeira, já foi  ensaiado, no inicio do ano, pelo secretário de fazenda, em entrevista ao jornal O Dia. A verdade é que existem outros gastos com grau de prioridade superior aos gastos com os servidores. A manobra do governo no sentido de distorcer os fatos não funcionou, em função da forte pressão nos diferentes setores.  Os salários e encargos dos servidores representam 1/3 das receitas correntes realizadas. A média de investimento nos últimos três anos é de 10% das receitas correntes. Nesse caso, podemos afirmar que em torno de 90% das receitas correntes realizadas vão para custeio, onde 30% representam salários e encargos. O resultado é que 60% das receitas correntes são gastos em custeio. O problema está ai! É preciso gerenciar melhor os gastos em custeio que são elevados. Olhando ainda a movimentação orçamentária pelo regime de caixa, obs...

Visão curta do eleitor ou interesse de grupos? O processo eleitoral em São João da Barra

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Relativo ao processo político de São João da Barra, quero chamar atenção para a memória curta das pessoas que veem na oposição a panaceia para a solução de todos os males do município. Ao contrário da eficiência creditada à gestão anterior, por muitos, sinto decepcioná-los informando que o aumento dos royalties, na mesma gestão, gerou uma perigosa ampliação dos gastos em custeio, que refletiu na gestão atual. Em uma rápida avaliação podemos identificar que as receitas de royalties de petróleo e participações especiais cresceram 46,4% em 2012, com base em 2009. No último ano da gestão passada, a dependência orçamentária às rendas de petróleo era de 62,8% no município, enquanto as receitas tributárias representavam 12,02% das receitas correntes. Olhando comparativamente esses dados com os dados dos três anos do atual governo, podemos ver claramente que o quadro difere dos discursos oposicionistas. A gestão atual amargou uma queda de 24,7% nas receitas de royalties e participaç...