Futuro incerto ronda os municípios produtores da bacia petrolífera de Campos
O STF julga a constitucionalidade da Lei 12.734/12 (alteração na distribuição das rendas petrolíferas) em 06 de maio próximo. A articulação dos municípios produtores traz o argumento de perda da capacidade de investimento em saúde educação, transporte, etc., caso ocorra a distribuição proposta na Lei. Longe de ser contra ou a favor da mudança, quero lembrar que a produção da bacia de Campos evoluiu de 664 mil barris dia de petróleo equivalente em 1997 até o pico de 1.902 barris dia em 2009. Neste ponto a produção representava 81,91% na produção nacional. A partir daí teve início o processo de declínio gradativo da curva, com a produção chegando a 756 mil barris dia em 2025, representando 15,4% da produção nacional. Veja que em três décadas de exploração a bacia se tornou madura e os investimentos migraram para a bacia de Santos. Entretanto, a riqueza transferida para a região a título de compensação do recurso finito não possibilitou os investimentos em infraestrutura econô...

Desculpas aí pro dotô Ulisses, mas pra quem se interessa pela vida, de verdade, essa "política" aí de deputado senador etc., é apenas um detalhe. A vida é muito maior.
ResponderExcluirE o futuro a gente tá fazendo é agora. Temos que entender é o que está acontecendo agora, o que estamos fazendo, os rumos que estamos tomando. Se vamos continuar competindo, brigando, querendo o poder, agindo por interesses pessoais, imediatos, contribuindo enfim pra esta p*taria geral que está acontecendo ou se vamos afinal entender que estamos juntos, interligados, dependendo uns dos outros, e que somos, temos que ser, cada um de nós, tipo assim, responsáveis pela zorra toda
"Mundo, mundo, vasto mundo, mais vasto é meu coração", dizia Carlos Drummond